O Nascimento do Diabo

O Diabo do Cartel conta como foi sua entrada para a banda.

Venho aqui contar uma história que poucos sabem, mas que mudou bastante o rumo da minha vida.
Há alguns bons anos atrás conheci uma galera com quem comecei a firmar uma amizade bastante forte. Quatro caras, com um espírito de festa, união e alegria de contagiar o mais depressivo dos adolescentes.

Esses caras tinham, além de tudo um talento muito especial, formavam a banda mais afude que eu já havia conhecido, a primeira formação do Cartel da Cevada (Richard Zimer, Nando Rosa, Andrei Veiga e Igor Hessel).

Me apaixonei pelo som da banda, pelos parceiros que sempre os acompanhavam e pela grande farra que sempre foram os shows. Simplesmente queria estar ao máximo junto deles, dessa energia mágica, mas como músico meu talento continuava na roda de violão hehehe. Tamanha era nossa sinergia que comecei a me envolver demais, começando um trabalho como roadie. Na época andava de boné de posto BR, flanela sem manga e vagávamos de garagem em garagem, buteco em buteco atrás de churrasco, rock e trago (nesse ponto acho não mudamos muito). Mas isso não era o suficiente... a cada show eu estava mais apaixonado pela pilha dessa galera, e eu queria mais, queria ser parte da essência, subir no palco e tocar fogo com eles.



Ao mesmo tempo que tivemos a grande entrada de Samuel Sbaraini, comecei a conquistar um espaço maior entre esses gigantes. Comecei a participar da formulação de algumas letras, com uma palavrinha/frase que outra, mas eu sentia que podia fazer mais. Foram as minhas experiências no meio teatral e circense que mostravam que na verdade minha verdadeira entrada no Cartel da Cevada não seria com a música, mas como elemento performático. Primeiro surgiu um gaudério, que acompanhava no palco como "segurança", mas com um posicionamento de destaque, alguma cusparadas de fogo aqui outras ali... Daí para surgir o Diabo da Fronteira foi um pulo (ou melhor, uma queda hehehe). A banda nesse meio tempo teve outras mudanças, Leo Bachi, Rodrigo Zeilmann, e Cabeção, potencializando ainda mais esse grande espírito e aumentando o Cartel. E o Diabo foi pouco a pouco se tornando uma nova forma de buscar elementos da cultura gaúcha, bebendo da fonte de grandes ícones como Simões Lopes Neto, Mario Quintana, Jayme Caetano Braun, entre outros. 

Enfim, essa é a minha história, um grande fã que encheu o saco até entrar pra banda, possuindo hoje a alma de todos MWAHAHAHAHA!!! 

Piadas a parte, a grande questão é não desistir de seus sonhos, entender que quando você não tem condições de seguir o caminho direto para seus objetivos, você deve pensar diferente, fazer diferente, ser um diferente sem nunca desistir. Não feche os olhos para outros caminhos, e confie no que você sente. 

Então amigos, me ajudem a continuar esse sonho, vem sonhar comigo mais esse projeto. #FaçaParte do #CarteldaCevada e apoie o lançamento do álbum Fronteira, Trago e Querência. 

VAMOOOO TIMEEE!!!!

Grande abraço (por trás) do Diabo \m/

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